Corre, corre, desgraçado, estão quase nos alcançando. Quantas balas você ainda tem na sua 12?
Só mais duas - responde em desespero, olhando a todo momento para trás.
O desespero corre nos olhos, medo.
Em um momento exausto, Pter para de uma vez e coloca a mão na frente de seu companheiro Santos. Pare - resmunga Pter.
Seus olhos azuis, pele pálida, as mãos segurando firme uma 380, com apenas 5 balas, em subto respirar, tenta destinguir o cheiro que passa por seu nariz. São eles - fala baixinho Pter.
Santos em rápido movimento se mantêm em posição de tiro, vasculhando com seus olhos negros o beco fétido e molhado, no qual os dois amigos se encontram.
Dão dois passos a frente, bem devagar, lentamente para não chamar a atenção. Escutasse somente uma gota, não tenho coração mais, o silêncio preocupa.
Pter olha para cima e um vulto vindo em sua direção. Empurra seu amigo Santos, que velocidade extraordinária, com uma de suas mãos e a outra dispara dois tiros em direção ao bicho.
Um tiro acerta o ombro esquerdo do animal, e o outro seu abdômem bem perto do seu umbigo.
Santos com seus olhos esbugalhados, por nunca ter visto tal animal, assustado, trêmulo, mil coisas passam em sua cabeça. Não posso morrer agora, que merda... já estou morto, não posso perder minha existência. Em subto desespero, olhos esbugalhados, sensação de estar suando, parece que meu coração palpita, memórias de uma vida passada, atira em direção a besta. Oito projeteis acerta o peito da besta, ela dá dois passos para trás, uiva, olha os ferimentos, rosna, parece a música do inferno, respira fundo aperta o peito com seus braços para frente, seus músculos parecem saltar do peito e braço. Corre, corre, grita e puxa Santos pelo braço, seu amigo Pter.
Parece nao entender ainda a lei da selva, pobre Santos, aterrorizado, pálido.
A morte ou a vida pós morte tem seus momentos de desespero ... Continua...
Só mais duas - responde em desespero, olhando a todo momento para trás.
O desespero corre nos olhos, medo.
Em um momento exausto, Pter para de uma vez e coloca a mão na frente de seu companheiro Santos. Pare - resmunga Pter.
Seus olhos azuis, pele pálida, as mãos segurando firme uma 380, com apenas 5 balas, em subto respirar, tenta destinguir o cheiro que passa por seu nariz. São eles - fala baixinho Pter.
Santos em rápido movimento se mantêm em posição de tiro, vasculhando com seus olhos negros o beco fétido e molhado, no qual os dois amigos se encontram.
Dão dois passos a frente, bem devagar, lentamente para não chamar a atenção. Escutasse somente uma gota, não tenho coração mais, o silêncio preocupa.
Pter olha para cima e um vulto vindo em sua direção. Empurra seu amigo Santos, que velocidade extraordinária, com uma de suas mãos e a outra dispara dois tiros em direção ao bicho.
Um tiro acerta o ombro esquerdo do animal, e o outro seu abdômem bem perto do seu umbigo.
Santos com seus olhos esbugalhados, por nunca ter visto tal animal, assustado, trêmulo, mil coisas passam em sua cabeça. Não posso morrer agora, que merda... já estou morto, não posso perder minha existência. Em subto desespero, olhos esbugalhados, sensação de estar suando, parece que meu coração palpita, memórias de uma vida passada, atira em direção a besta. Oito projeteis acerta o peito da besta, ela dá dois passos para trás, uiva, olha os ferimentos, rosna, parece a música do inferno, respira fundo aperta o peito com seus braços para frente, seus músculos parecem saltar do peito e braço. Corre, corre, grita e puxa Santos pelo braço, seu amigo Pter.
Parece nao entender ainda a lei da selva, pobre Santos, aterrorizado, pálido.
A morte ou a vida pós morte tem seus momentos de desespero ... Continua...