segunda-feira, 2 de novembro de 2015



Hoje é o seu dia mamãe,


Tantas primaveras passaram-se, com tantas flores perfumadas, lindas cores e silhuetas perfeitas das flores e plantas.
Tantos verões, quente como o seu coração de mãe, acolhedor e aconchegante.
Tantos outonos, doce como o sentimento que emerge dentro de você como mãe. Um ventinho frio e delicado que transpassa nossa face, acalentando nosso rosto como um beijo de você mamãe.
Tantos invernos, frios, avassaladores, tortuoso e famigerados. Com seu poder de mãe, sempre norteando nossos caminhos nessas épocas difíceis. Abraçando-nos sempre que necessário e mostrando que não estamos sozinhos.

Sempre me lembro dessas estações como quatro pilares que sustentam minha vida ao seu lado. Tudo que tenho hoje, aprendizado, vida, financeiro, intelecto e minha vida, só aconteceu por você ao meu lado ajudando-me nestas quatro estações.

Quantas primaveras sorri e você ao meu lado, vigiando “Muita alegria é sinal de tristeza”, nunca mais esqueci essa frase que tanto me disse. Mediando sempre e minha vida. Para não sofrer mais tarde.
Quantos verões ao meu lado me “abanando” para que não passasse mal. Colocando gelo em meu copo antes do seu, passando protetor solar nas minhas costas para não me queimar.
Quantos outonos fartos com frutas doces como seu amor a minha existência, me alimentando com seu amor, carinho e dedicação ao meu ser. Colhendo frutos do seu amor e das suas recomendações.
Quantos invernos duros você me disse que tudo se resolveria, tudo é uma fase. Segurou na minha mão firme para que não caísse frente aos ventos gelados e árduos do inverno.

Ser mãe não é fácil, tantos medos, madrugadas sem dormir, tantas vezes deixou de comer para dar o que comer as suas proles. O sentimento de mãe atravessa montanhas, seca mares, apaga incêndios e destrói qualquer um que ataque suas crias com seu tufão de sentimentos, enleados dentro de seu coração.
Os dias se vão, dinheiro acaba e beleza esvaía-se, o amor de mãe é eterno, seja ele durante sua existência ou passado de geração a geração. Quantos momentos a seu lado, choros, alegria, felicidade, amor, uma mistura de sentimentos que me fez ser o que fui, o que sou e serei um dia.

Obrigado por existir, por me dar o direito da vida.
Beijos te amo.
SANDRO ROSA

segunda-feira, 1 de julho de 2013

ESCREVER

Olhe... Bem para frente. Não se engane, ela voltará, disse uma voz rouca. Mas eu tenho medo.

Não temas, ela voltará com certeza.

Várias pessoas tem medo de dar o primeiro passo, tem medo de correr adiante. Se sente inseguro ao andar pela estrada de lama. Sujar a roupa é necessário. È significativo, majestoso e sujo. Acordar todos os dias e saber que não é mais o mesmo dá medo. Acordar e saber que não tem mais o mesmo dá medo. Medo de sorrir, de conversar, alegrar-se-á majestade de uma luta. Se segurar para não cair, não e coisa de guerreiro, guerreiros seguem ordens que não faz sentido algum, na maioria dos casos, é coisa de estrategista, de magos, sábios e elfos. Orelhas pontudas que respiram o orvalho do amanhecer, se renovam e experimentam a luz do sol em suas faces.

Escrever não me faz ser compreendido, às vezes mais incompreendido que tudo. Mas... quem disse que quero ser?

sábado, 3 de novembro de 2012

...

A vida se inicia no escuro, na calmaria e silêncio de um breu que não tem fim.
O feto não precisa usar seus olhos, não vai abri-los, e não entende o que se passa.
Está parado, estagnado, sem precedente, sem pensar, não sabe o que está por vir.
Um escuro sem fim, que logo uma luzinha no final do túnel paira pelo ar, levemente, vagarosamente, quase acariciando seu rostinho, mas essa luz aumenta, machuca seus olhos que nunca foram utilizados, “rasga” as células adentrando em seu corpo. A dor é inevitável, parece que não vai acabar mais, ardor, seu coração palpita e aumenta cada vez mais, parece que vai sair do peito. Mas a luta começa. Uma luta por sobrevivência.
O sofrimento pela luta, toda vida é sofrida, majestosa, contraditória, única. Medos assombram, defeitos apontados, silêncio para refletir. Sinto tanta dor as vezes que parece que não vai acabar. Dor por estar vivo, por respirar, por sangrar. Irritações que não acabam mais, incessantes. E do que mais temo? A Morte. Mas a morte é o mesmo início. Os movimentos se esvairiam, as luzes do final do túnel que antes rasgavam as células, levam ao conforto novamente, vão se encerrando, vagarosamente, lentamente e as luzes se acabando. O escuro mais uma vez aparece e o breu mantêm-se. E tudo paira novamente no escuro que parece eterno. Tudo acabou.

terça-feira, 12 de junho de 2012

MORTO, VIVO?




              Tudo que é vivo morre, e tudo que é morto vive? Saber que estamos vivos é um conhecimento somente para o ser humano, pelo menos nesse planeta. Os animais sabem que estão vivos? Será que sabem o que é morte? E o que é morte? Os átomos do nosso corpo se desintegram e vagam pelo universo, passam para outro corpo? Ou será uma passagem? Nossos átomos vão passar de corpo para corpo, um átomo de carbono irá para uma planta ou para um grafite, será? Ou nosso corpo é somente uma morada, o que importa é a essência? Que essência é essa? Alma? A saída de átomos de nossos corpos acontece a todo milésimo de segundo, não somos os mesmo em frações de milésimos de segundos. E a alma? Não é a mesma também nessa escala de tempo milionésima? São tantas perguntas, tantas interrogações e os pontos finais, quando vou tê-los nesse fracionado texto? Não quero responder nada, só quero perguntar, alguém poderá me responder? Não me venha falando que é muito complexo, minha mente aguenta mais essa.


sábado, 19 de maio de 2012


Mas Não Sei.



            Dessa vez sinto que não poderia mais escapar do meu destino. Olho a baixo dos meus pés e vejo pessoas passando. São quarenta andares de pura adrenalina, as pessoas que passam são do tamanho de uma formiga. Poderia pisar em várias delas, mas se minha real face fosse divulgada, muitas dessas formigas iriam atrás de mim. Não quero imaginar tantas formigas, minúsculas, me puxando e arrancado pedaços do meu corpo, que já não é mais vivo. Minha alma dilacerada, meu coração já não bate mais. O cheiro que penso sentir deixa-me enjoado. Não como nada há séculos, logo tudo que sinto são meras impressões do tempo. Meu mestre poderia estar do meu lado nesse exato momento, mas são tantos séculos, tantos anos que já se passaram. Dessa vez não são caçadores, bruxas ou lupinos. Dessa vez sou eu mesmo. Sinto me entediado com essa “vida” com essa pós-morte, com essa vida fétida, não sei mais como chamar tal existência. Não como nada há vários anos, não posso beber nada, já perdi as contas de quantos livros li. Livros odiosos que não sabe de verdade alguma, a maioria dos autores desses livros não sabe nada sobre a nossa decepção. Sentimentos misturados, nem sei mais o que é. Penso que objetivos já não se tem mais, não vejo objetivo algum. Brigar com lupinos, bruxas, caçadores ou qualquer outra criatura nessa ridícula vida, não faz sentido algum. Não paro de falar em sentido, não paro de falar em desmotivações e em sentimentos ruins, mas é o que sinto agora, e não paro de sentir. Penso que devo “morrer” com dignidade, ou deixar que me peguem em batalha, mas depois penso em sofrimento desnecessário que vou passar. Mas tantas criaturas gostariam de botar as mãos em mim, e iriam rir, chorar, gritar e se vangloriarem de tal feito. Não posso me entregar de qualquer jeito eu sei disso, mas de que forma seria isso? Não faço a mínima idéia, mas não sei mais o que pensar. Pense por mim, me ajude. Entregar meus irmãos e acabar logo com essa derrota pós-morte. Não posso passar essa desilusão que sinto para os membros de minha família, se é que posso chamar isso de família. É o que mais me parece. Mas não sei mesmo o que é.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Se Gritasse...


Se gritasse agora com certeza não seria de felicidade. Se chorasse agora não seria de alegria. Se sorrisse agora seria somente pra satisfazer a vontade das pessoas ao meu redor. Se tivesse alguém do meu lado agora, seria o mesmo que estar sozinho. Não cai uma lágrima, não sai um sorriso, não falo nada, somente calado.
Mais uma vez fico imaginando o que deve ser feito nessa vida, o que devo procurar. Alguém, alguma coisa, um ser, um aperitivo? “Alucinógenos” são usados, para apaziguar essa dor eterna, essa solidão que não acaba nunca. Dou rizadas para quem? Pra que?
Certa vez um senhor procurou ajuda, por não entender a vontade que tinha de não mais sair, sorrir, chorar, multidões ao seu lado e mesmo assim se sentindo sozinho, ninguém consegue entender, nem mesmo ele conseguiu entender. Era uma dor tão forte que às vezes ficava paralisado por horas, quando cai em si o dia já quase se acabado. Procurou um médico e o mesmo entendendo sua situação disse para sair e procurar se divertir, rir muito. Indicou o circo que estava na cidade, assistir ao palhaço que fazia as pessoas rirem muito. O senhor disse ao medico que o palhaço era ele.
Ironia do destino, como pode alguém fazer pessoas rirem, sorrirem, se sentirem tão felizes e satisfeitas e como ele mesmo não sentir o que as outras pessoas sentem. Como oferecer as pessoas, coisas que não pode ser oferecidas a si mesmo. Isso é uma hipocrisia acidental ou intencional? Não compreendo. Não sei se devo compreender.
O que move as pessoas são as perguntas? Tantas perguntas e nenhuma resposta. Não falo de questões espiritas, emocionais, reais, lógicas, empíricas, não falo de nada disso. Falo de uma vontade que sai de dentro, das pontas dos dedos dos pés, vai subindo, as pernas tremem, os joelhos doem as coxas os glúteos contraem, o intestino movimenta e faz barulho, sobe para o estômago, sinto enjoou, os dentes serram a boca saliva, às vezes seca, as mãos se fecham, apertam, tudo doe, essa coisa me faz controlar a respiração, mas quer sair de qualquer jeito, vem subindo a garganta, quando começa a sair, ela volta... e a volta dói, fere, arde, as mãos secam. Pés doem esticar e tentar relaxar é uma questão momentânea. Estique seu corpo todo e logo em seguida está tudo tenso novamente. Tenho que me livrar de tudo que tenho, parece uma ansiedade de algo novo, até parece que cortinas novas tampam melhor o dia que esta lá fora. Tampar o dia é o mesmo que tentar se esconder de si mesmo. Esconder de si mesmo é não saber como lidar com o que esta lá fora. Tem animais a observarem suas atitudes, e animais gigantescos. O que vai fazer com eles, deixa-los comer-te, ou comê-los?
Qualquer coisa que vejo, me atinge, sou alvo fácil de mim mesmo. Uma cena no filme de sangue meu estômago remexe e às vezes sinto umas fincadas. Meu pescoço não para de dor, e as dores na cabeça que parecem que estão apertando seus ossos com um torno. Sua mão permanece serrada o tempo quase todo. Os nervos contraem. Não existe posição na cadeira que te deixe relaxado. Os sons na rua bombardeiam sua orelha, seu ouvido dói e o cérebro não organiza tanto barulho. Um alfinete caindo parece uma orquestra sinfônica. Os sonos não são mais os mesmos. Tudo que acontece exteriormente atrapalha seu sono, acorda fácil, e às vezes fatos fora dos seus sonhos misturam, num em enlaceamento de realidade, sonhos e fantasias.

segunda-feira, 19 de março de 2012


Emily Cavein Mrtha



Dessa vez não puder me aguentar, estou correndo, e cada vez mais corro, estou indo longe. Corro mais. Sem parar, é escuro, me parece um buraco sem fim. Caí num abismo sem fim, meu corpo contorce. Que coisa mais estranha está acontecendo comigo. Sinto-me sem sentidos, estou com medo, devo gritar, mas minha voz não quer sair. Vou tentar me agarrar em alguma coisa. Sinto cheiro de lixo, sinto vontade de vomitar, náuseas, cólica, dor de cabeça.

De repente acordo com o coração palpitando, meus olhos abertos, respiração ofegante. Meu estomago dói. Levo a mão à cabeça e sinto que estou ali ainda, deitado em minha cama. Edredom ao chão junto ao travesseiro. Não aguento mais me sentir assim. Minha vida deve mudar. Um dia abismo sem fim, outro dia medos, pessoas mortas, gritos o que será da próxima vez? Sangue?

Sou Emily Cavein Mrtha, moro com meus pais, meu irmão mais velho e duas cachorras. Tenho pesadelos a noite, em dias alternados, em momentos estranhos, tenho 15 anos e minha cabeça dói. Sinto-me confusa...

 

1

Nunca achei que teria essas coisas na minha adolescência. Mas quem imaginaria? Se estiver lendo isso é porque já não estou aqui nesse mundo. Vai saber se estarei em algum outro lugar. Ninguém sabe se existe realmente outro lugar. E nunca saberemos, pode ser uma única existência, e dessa existência podemos torná-la o que desejarmos.

 Se desejar continuar nessa história vá direto ao capítulo 2...

Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...

 

2

 Primeiro sonho que tive, corria por uma rua escura, prédios destruídos, carros queimado, meus pais me chamavam ao longe, ouvia suas vozes, mas não alcançava. Meu cachorro latia, poças de sangue, corpos ao chão. Um vento gelado arrepiava meu corpo, um vazio que parecia não ter fim. Andava, andava em direção oposta ao sol, não queria queimar meus olhos. Era sonho, mas parecia real. O cheiro que senti o vento ao cabelo e face. Sentia muita sede. Corria em direção aos meus pais, gritava por meu cachorro. Não tinha resposta alguma. Meus pais falavam algo sussurrado, como se fosse meu nome. Sentia muito medo, agachava e chorava. Mas nada adiantava. Tinha medo. E cada vez mais me sentia longe. Logo acordava.


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3

Nunca pensei que meus sonhos iriam me perturbar. Pela segunda vez tive pesadelos. Mas dessa vez, estava tudo escuro, não enxergava nada. Coloquei meus joelhos ao chão, comecei a tatear. Meus joelhos doem, mas devo tatear, minha mão encontra algo molhado, frio, sinto cheiro de água. Meus joelhos tocam o que me parece água. Levo a boca tem gosto de ferro, um cheiro que me parece familiar, mas não sei identificar. Alguns barulhos ao fundo, me parece um animal, quem sabe é o meu cachorro. Rick, chamo por meu cão, mas não me responde. Um ventinho frio passa por meu cabelo, e algo parece me falar aos ouvidos. Que susto, acabei caindo ai chão. Meu corpo esta todo molhado, acho que não deve ser água, meio pastoso, um pastoso meio ralo, não sei dizer certamente. Outra vez algo respira perto do meu rosto, grito para que saia de perto de mim. Volto a cair ao chão, e meu rosto dessa vez vai ao chão, eu tenho medo, muito medo mesmo. Junto os braços com meus joelhos. Coloco a cabeça entre as pernas, e começo a rezar, peco para acordar. Devo acordar. Meu Deus me ajude...


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

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4

Quando criança era muito feliz, meus pais, saiam comigo, todos juntos. Saíamos de mãos dadas, adorava comprar sorvete. O parque de diversão era minha diversão predileta. Sonhava em ser médica, e cuidar de todos os nenéns que encontrava, achava todos lindos e fofinhos. Algodão doce, que delicia, minha boca encheu de água. Queria me casar, ter uma casa rosa, móveis verdes, cama grande pra rolar para todos os lados, um cachorro branquinho, um gato pretinho e cabelos presos, adoro meu cabelo preso, pena estar curtinhos agora, de tanto arrancar sonhando a noite ou ao mesmo tempo sonhando de dia. Parei de ir à escola por andar de ônibus e de repente estava sonhando, acho que sonho acordada também. Você que esta lendo isto agora, você sonha acordado também?


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5

Dessa vez subo um monte, com um pouco de grama, alguns galhos. Minha mão dói de tanto tentar me segurar ao chão. Ao topo percebo que a minha frente, um lixão imenso, parece não ter fim tal local. Um monte de garrafas, latas, pessoas separando algumas coisas. Chego perto de um homem negro alto, forte, careca. Moço onde estou? Pergunto ao homem grande. Não responde nada. Ignoram-me, tento falar com outras pessoas e nada. Ninguém me da atenção. Continuam a catar coisas ao chão. Estou descalça. Meus pés doem como sempre em meus sonhos. Como sonhar e sentir dor? Como ter pesadelos e acordar com os mesmos machucados dos sonhos? Subo em um monte de lixo, cortei minha mão em uma lata. Meus pés estão pretos de sujeira. Meu pijama esta todo sujo. Logo à frente vejo pássaros. Nossa que pássaros lindos. Vou correr em direção a eles. Minha salvação. Nossa são animais grandes. Corro em direção a eles. São muitos. Parece-me que estão se alimentando. Quando chego bem pertinho, eles olham pra mim. Olhos vermelhos, grandes, me olham, me olham. Eu tenho medo e vou ao chão. É um corpo que estão comendo, o olho do homem está no bico de um dos animais. Acordo mais uma vez.


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6

Tenho sonhos estranhos que não fazem sentido algum. Objetos torcidos, pessoas desfiguradas, ruas que acabam em lugar algum. Céu sob meus pés. Carros de uma roda, carroças puxadas por galinhas. Grama nascendo em árvores. Ferros que se contorcem, aves aos céus sem boca ou olhos. São coisas estranhas, mas que me deixam com medo. Qual significado isso tem? O que será que alguém esta querendo me falar? Meu subconsciente? Sinto frio no estômago. Muita sede.


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7

todas as vezes que me pego pensando, pensamentos obscuros veem em minha direção, ao menos se eu pudesse controlar. Espero que um dia eu possa retirar tudo da minha mente, quero me sentir pura, ao menos uma vez. Esses pensamentos não devem fazer parte de uma vida. São muito dolorosos, sem sentido algum. Talvez um dia faça algum sentido.


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...


8

Quero ir à escola, ter roupas rosa, ser criança mais uma vez. Ver meus pais felizes, meu cachorro brincando comigo. Passarinhos cantando. Sentir o orvalho das flores. Entrar na internet e jogar conversa fora no MSN. Quero comer uma maça. Quero fazer coisas simples. Abraçar minha mãe, brincar de esconde-esconde, rouba bandeira.


Se desejar continuar nessa história vá direto ao capítulo 8...

Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...


9

Quero ser feliz...



Continua na próxima história...

  

10

 Essa é uma aventura de diversão, ficção, entretenimento, medo, horror, e muita coisa poderão acontecer. Você acha que está preparado para matar criaturas da noite, ou quem sabe morrer? Deverá tomar atitudes que você achar conveniente, mas nem sempre sua atitude será a correta, tudo é possível, mas o divertimento é obrigação.


Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 11...

Se desejar continuar nessa aventura por conta e risco leia o capítulo 2...


11

Infelizmente você não está preparado ainda para um mundo de ficção, entretenimento, horror, medo e diversão. Obrigado, quem sabe da próxima vez você participa, dessa aventura com a gente. Obrigado, pode fechar seu livro.