sábado, 3 de novembro de 2012

...

A vida se inicia no escuro, na calmaria e silêncio de um breu que não tem fim.
O feto não precisa usar seus olhos, não vai abri-los, e não entende o que se passa.
Está parado, estagnado, sem precedente, sem pensar, não sabe o que está por vir.
Um escuro sem fim, que logo uma luzinha no final do túnel paira pelo ar, levemente, vagarosamente, quase acariciando seu rostinho, mas essa luz aumenta, machuca seus olhos que nunca foram utilizados, “rasga” as células adentrando em seu corpo. A dor é inevitável, parece que não vai acabar mais, ardor, seu coração palpita e aumenta cada vez mais, parece que vai sair do peito. Mas a luta começa. Uma luta por sobrevivência.
O sofrimento pela luta, toda vida é sofrida, majestosa, contraditória, única. Medos assombram, defeitos apontados, silêncio para refletir. Sinto tanta dor as vezes que parece que não vai acabar. Dor por estar vivo, por respirar, por sangrar. Irritações que não acabam mais, incessantes. E do que mais temo? A Morte. Mas a morte é o mesmo início. Os movimentos se esvairiam, as luzes do final do túnel que antes rasgavam as células, levam ao conforto novamente, vão se encerrando, vagarosamente, lentamente e as luzes se acabando. O escuro mais uma vez aparece e o breu mantêm-se. E tudo paira novamente no escuro que parece eterno. Tudo acabou.

terça-feira, 12 de junho de 2012

MORTO, VIVO?




              Tudo que é vivo morre, e tudo que é morto vive? Saber que estamos vivos é um conhecimento somente para o ser humano, pelo menos nesse planeta. Os animais sabem que estão vivos? Será que sabem o que é morte? E o que é morte? Os átomos do nosso corpo se desintegram e vagam pelo universo, passam para outro corpo? Ou será uma passagem? Nossos átomos vão passar de corpo para corpo, um átomo de carbono irá para uma planta ou para um grafite, será? Ou nosso corpo é somente uma morada, o que importa é a essência? Que essência é essa? Alma? A saída de átomos de nossos corpos acontece a todo milésimo de segundo, não somos os mesmo em frações de milésimos de segundos. E a alma? Não é a mesma também nessa escala de tempo milionésima? São tantas perguntas, tantas interrogações e os pontos finais, quando vou tê-los nesse fracionado texto? Não quero responder nada, só quero perguntar, alguém poderá me responder? Não me venha falando que é muito complexo, minha mente aguenta mais essa.


sábado, 19 de maio de 2012


Mas Não Sei.



            Dessa vez sinto que não poderia mais escapar do meu destino. Olho a baixo dos meus pés e vejo pessoas passando. São quarenta andares de pura adrenalina, as pessoas que passam são do tamanho de uma formiga. Poderia pisar em várias delas, mas se minha real face fosse divulgada, muitas dessas formigas iriam atrás de mim. Não quero imaginar tantas formigas, minúsculas, me puxando e arrancado pedaços do meu corpo, que já não é mais vivo. Minha alma dilacerada, meu coração já não bate mais. O cheiro que penso sentir deixa-me enjoado. Não como nada há séculos, logo tudo que sinto são meras impressões do tempo. Meu mestre poderia estar do meu lado nesse exato momento, mas são tantos séculos, tantos anos que já se passaram. Dessa vez não são caçadores, bruxas ou lupinos. Dessa vez sou eu mesmo. Sinto me entediado com essa “vida” com essa pós-morte, com essa vida fétida, não sei mais como chamar tal existência. Não como nada há vários anos, não posso beber nada, já perdi as contas de quantos livros li. Livros odiosos que não sabe de verdade alguma, a maioria dos autores desses livros não sabe nada sobre a nossa decepção. Sentimentos misturados, nem sei mais o que é. Penso que objetivos já não se tem mais, não vejo objetivo algum. Brigar com lupinos, bruxas, caçadores ou qualquer outra criatura nessa ridícula vida, não faz sentido algum. Não paro de falar em sentido, não paro de falar em desmotivações e em sentimentos ruins, mas é o que sinto agora, e não paro de sentir. Penso que devo “morrer” com dignidade, ou deixar que me peguem em batalha, mas depois penso em sofrimento desnecessário que vou passar. Mas tantas criaturas gostariam de botar as mãos em mim, e iriam rir, chorar, gritar e se vangloriarem de tal feito. Não posso me entregar de qualquer jeito eu sei disso, mas de que forma seria isso? Não faço a mínima idéia, mas não sei mais o que pensar. Pense por mim, me ajude. Entregar meus irmãos e acabar logo com essa derrota pós-morte. Não posso passar essa desilusão que sinto para os membros de minha família, se é que posso chamar isso de família. É o que mais me parece. Mas não sei mesmo o que é.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Se Gritasse...


Se gritasse agora com certeza não seria de felicidade. Se chorasse agora não seria de alegria. Se sorrisse agora seria somente pra satisfazer a vontade das pessoas ao meu redor. Se tivesse alguém do meu lado agora, seria o mesmo que estar sozinho. Não cai uma lágrima, não sai um sorriso, não falo nada, somente calado.
Mais uma vez fico imaginando o que deve ser feito nessa vida, o que devo procurar. Alguém, alguma coisa, um ser, um aperitivo? “Alucinógenos” são usados, para apaziguar essa dor eterna, essa solidão que não acaba nunca. Dou rizadas para quem? Pra que?
Certa vez um senhor procurou ajuda, por não entender a vontade que tinha de não mais sair, sorrir, chorar, multidões ao seu lado e mesmo assim se sentindo sozinho, ninguém consegue entender, nem mesmo ele conseguiu entender. Era uma dor tão forte que às vezes ficava paralisado por horas, quando cai em si o dia já quase se acabado. Procurou um médico e o mesmo entendendo sua situação disse para sair e procurar se divertir, rir muito. Indicou o circo que estava na cidade, assistir ao palhaço que fazia as pessoas rirem muito. O senhor disse ao medico que o palhaço era ele.
Ironia do destino, como pode alguém fazer pessoas rirem, sorrirem, se sentirem tão felizes e satisfeitas e como ele mesmo não sentir o que as outras pessoas sentem. Como oferecer as pessoas, coisas que não pode ser oferecidas a si mesmo. Isso é uma hipocrisia acidental ou intencional? Não compreendo. Não sei se devo compreender.
O que move as pessoas são as perguntas? Tantas perguntas e nenhuma resposta. Não falo de questões espiritas, emocionais, reais, lógicas, empíricas, não falo de nada disso. Falo de uma vontade que sai de dentro, das pontas dos dedos dos pés, vai subindo, as pernas tremem, os joelhos doem as coxas os glúteos contraem, o intestino movimenta e faz barulho, sobe para o estômago, sinto enjoou, os dentes serram a boca saliva, às vezes seca, as mãos se fecham, apertam, tudo doe, essa coisa me faz controlar a respiração, mas quer sair de qualquer jeito, vem subindo a garganta, quando começa a sair, ela volta... e a volta dói, fere, arde, as mãos secam. Pés doem esticar e tentar relaxar é uma questão momentânea. Estique seu corpo todo e logo em seguida está tudo tenso novamente. Tenho que me livrar de tudo que tenho, parece uma ansiedade de algo novo, até parece que cortinas novas tampam melhor o dia que esta lá fora. Tampar o dia é o mesmo que tentar se esconder de si mesmo. Esconder de si mesmo é não saber como lidar com o que esta lá fora. Tem animais a observarem suas atitudes, e animais gigantescos. O que vai fazer com eles, deixa-los comer-te, ou comê-los?
Qualquer coisa que vejo, me atinge, sou alvo fácil de mim mesmo. Uma cena no filme de sangue meu estômago remexe e às vezes sinto umas fincadas. Meu pescoço não para de dor, e as dores na cabeça que parecem que estão apertando seus ossos com um torno. Sua mão permanece serrada o tempo quase todo. Os nervos contraem. Não existe posição na cadeira que te deixe relaxado. Os sons na rua bombardeiam sua orelha, seu ouvido dói e o cérebro não organiza tanto barulho. Um alfinete caindo parece uma orquestra sinfônica. Os sonos não são mais os mesmos. Tudo que acontece exteriormente atrapalha seu sono, acorda fácil, e às vezes fatos fora dos seus sonhos misturam, num em enlaceamento de realidade, sonhos e fantasias.

segunda-feira, 19 de março de 2012


Emily Cavein Mrtha



Dessa vez não puder me aguentar, estou correndo, e cada vez mais corro, estou indo longe. Corro mais. Sem parar, é escuro, me parece um buraco sem fim. Caí num abismo sem fim, meu corpo contorce. Que coisa mais estranha está acontecendo comigo. Sinto-me sem sentidos, estou com medo, devo gritar, mas minha voz não quer sair. Vou tentar me agarrar em alguma coisa. Sinto cheiro de lixo, sinto vontade de vomitar, náuseas, cólica, dor de cabeça.

De repente acordo com o coração palpitando, meus olhos abertos, respiração ofegante. Meu estomago dói. Levo a mão à cabeça e sinto que estou ali ainda, deitado em minha cama. Edredom ao chão junto ao travesseiro. Não aguento mais me sentir assim. Minha vida deve mudar. Um dia abismo sem fim, outro dia medos, pessoas mortas, gritos o que será da próxima vez? Sangue?

Sou Emily Cavein Mrtha, moro com meus pais, meu irmão mais velho e duas cachorras. Tenho pesadelos a noite, em dias alternados, em momentos estranhos, tenho 15 anos e minha cabeça dói. Sinto-me confusa...

 

1

Nunca achei que teria essas coisas na minha adolescência. Mas quem imaginaria? Se estiver lendo isso é porque já não estou aqui nesse mundo. Vai saber se estarei em algum outro lugar. Ninguém sabe se existe realmente outro lugar. E nunca saberemos, pode ser uma única existência, e dessa existência podemos torná-la o que desejarmos.

 Se desejar continuar nessa história vá direto ao capítulo 2...

Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...

 

2

 Primeiro sonho que tive, corria por uma rua escura, prédios destruídos, carros queimado, meus pais me chamavam ao longe, ouvia suas vozes, mas não alcançava. Meu cachorro latia, poças de sangue, corpos ao chão. Um vento gelado arrepiava meu corpo, um vazio que parecia não ter fim. Andava, andava em direção oposta ao sol, não queria queimar meus olhos. Era sonho, mas parecia real. O cheiro que senti o vento ao cabelo e face. Sentia muita sede. Corria em direção aos meus pais, gritava por meu cachorro. Não tinha resposta alguma. Meus pais falavam algo sussurrado, como se fosse meu nome. Sentia muito medo, agachava e chorava. Mas nada adiantava. Tinha medo. E cada vez mais me sentia longe. Logo acordava.


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3

Nunca pensei que meus sonhos iriam me perturbar. Pela segunda vez tive pesadelos. Mas dessa vez, estava tudo escuro, não enxergava nada. Coloquei meus joelhos ao chão, comecei a tatear. Meus joelhos doem, mas devo tatear, minha mão encontra algo molhado, frio, sinto cheiro de água. Meus joelhos tocam o que me parece água. Levo a boca tem gosto de ferro, um cheiro que me parece familiar, mas não sei identificar. Alguns barulhos ao fundo, me parece um animal, quem sabe é o meu cachorro. Rick, chamo por meu cão, mas não me responde. Um ventinho frio passa por meu cabelo, e algo parece me falar aos ouvidos. Que susto, acabei caindo ai chão. Meu corpo esta todo molhado, acho que não deve ser água, meio pastoso, um pastoso meio ralo, não sei dizer certamente. Outra vez algo respira perto do meu rosto, grito para que saia de perto de mim. Volto a cair ao chão, e meu rosto dessa vez vai ao chão, eu tenho medo, muito medo mesmo. Junto os braços com meus joelhos. Coloco a cabeça entre as pernas, e começo a rezar, peco para acordar. Devo acordar. Meu Deus me ajude...


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

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4

Quando criança era muito feliz, meus pais, saiam comigo, todos juntos. Saíamos de mãos dadas, adorava comprar sorvete. O parque de diversão era minha diversão predileta. Sonhava em ser médica, e cuidar de todos os nenéns que encontrava, achava todos lindos e fofinhos. Algodão doce, que delicia, minha boca encheu de água. Queria me casar, ter uma casa rosa, móveis verdes, cama grande pra rolar para todos os lados, um cachorro branquinho, um gato pretinho e cabelos presos, adoro meu cabelo preso, pena estar curtinhos agora, de tanto arrancar sonhando a noite ou ao mesmo tempo sonhando de dia. Parei de ir à escola por andar de ônibus e de repente estava sonhando, acho que sonho acordada também. Você que esta lendo isto agora, você sonha acordado também?


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...



5

Dessa vez subo um monte, com um pouco de grama, alguns galhos. Minha mão dói de tanto tentar me segurar ao chão. Ao topo percebo que a minha frente, um lixão imenso, parece não ter fim tal local. Um monte de garrafas, latas, pessoas separando algumas coisas. Chego perto de um homem negro alto, forte, careca. Moço onde estou? Pergunto ao homem grande. Não responde nada. Ignoram-me, tento falar com outras pessoas e nada. Ninguém me da atenção. Continuam a catar coisas ao chão. Estou descalça. Meus pés doem como sempre em meus sonhos. Como sonhar e sentir dor? Como ter pesadelos e acordar com os mesmos machucados dos sonhos? Subo em um monte de lixo, cortei minha mão em uma lata. Meus pés estão pretos de sujeira. Meu pijama esta todo sujo. Logo à frente vejo pássaros. Nossa que pássaros lindos. Vou correr em direção a eles. Minha salvação. Nossa são animais grandes. Corro em direção a eles. São muitos. Parece-me que estão se alimentando. Quando chego bem pertinho, eles olham pra mim. Olhos vermelhos, grandes, me olham, me olham. Eu tenho medo e vou ao chão. É um corpo que estão comendo, o olho do homem está no bico de um dos animais. Acordo mais uma vez.


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...



6

Tenho sonhos estranhos que não fazem sentido algum. Objetos torcidos, pessoas desfiguradas, ruas que acabam em lugar algum. Céu sob meus pés. Carros de uma roda, carroças puxadas por galinhas. Grama nascendo em árvores. Ferros que se contorcem, aves aos céus sem boca ou olhos. São coisas estranhas, mas que me deixam com medo. Qual significado isso tem? O que será que alguém esta querendo me falar? Meu subconsciente? Sinto frio no estômago. Muita sede.


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

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7

todas as vezes que me pego pensando, pensamentos obscuros veem em minha direção, ao menos se eu pudesse controlar. Espero que um dia eu possa retirar tudo da minha mente, quero me sentir pura, ao menos uma vez. Esses pensamentos não devem fazer parte de uma vida. São muito dolorosos, sem sentido algum. Talvez um dia faça algum sentido.


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Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...


8

Quero ir à escola, ter roupas rosa, ser criança mais uma vez. Ver meus pais felizes, meu cachorro brincando comigo. Passarinhos cantando. Sentir o orvalho das flores. Entrar na internet e jogar conversa fora no MSN. Quero comer uma maça. Quero fazer coisas simples. Abraçar minha mãe, brincar de esconde-esconde, rouba bandeira.


Se desejar continuar nessa história vá direto ao capítulo 8...

Se ainda tem dúvida se deve continuar vá direto ao capítulo 10...

Se não quiser continuar vá direto ao capítulo 11...


9

Quero ser feliz...



Continua na próxima história...

  

10

 Essa é uma aventura de diversão, ficção, entretenimento, medo, horror, e muita coisa poderão acontecer. Você acha que está preparado para matar criaturas da noite, ou quem sabe morrer? Deverá tomar atitudes que você achar conveniente, mas nem sempre sua atitude será a correta, tudo é possível, mas o divertimento é obrigação.


Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 11...

Se desejar continuar nessa aventura por conta e risco leia o capítulo 2...


11

Infelizmente você não está preparado ainda para um mundo de ficção, entretenimento, horror, medo e diversão. Obrigado, quem sabe da próxima vez você participa, dessa aventura com a gente. Obrigado, pode fechar seu livro.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Os caçadores da noite


Os caçadores da noite

Jord, Cristofer e eu, somos caçadores há duas décadas. Estamos preparados para qualquer adversidade nesse mundo de trevas, dores, martírios, vinganças e terror, muito terror.
Mais uma vez nos preparamos para uma caçada que pode ter fim, para um dos lados.
Espero que não seja o fim para o nosso lado. Existem criaturas da noite, que nos perseguem. Querem nos matar a mais de duas décadas, mas não vai ser dessa vez.



1
Jord traga mais água benta, recolha os armamentos que estavam sendo preparados por Cristofer e traga todos a mim. Esqueci-me de apresentar, sou Eduard Sigmun Carminem, nome estranho para um brasileiro, mas devo usar esse codinome, na verdade não sei mais qual o meu verdadeiro nome. Tive que usar tantos nomes nessa jornada de caçada, que nem me lembro mais, acho que era Antônio alguma coisa. Esquece, não importa mais, todos me chamam de Ed ou Sigmund, podem ficar a vontade sobre isso. Só não atirem em mim, posso revidar com uma fúria, que você não vai querer sentir.

Se desejar continuar nessa aventura por conta e risco leia o capítulo 2...
Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se tiver duvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...


2
 Água benta, pistolas 380º, com bala de prata, estacas, cápsulas com alho moído, roupa apropriada, protetor de pescoço, adoro dar um tiro de 12 na cabeça desses malditos. Não aceito ser sugado por essas criaturas malditas. Dessa vez vamos em direção ao esgoto da cidade, eles são muito feios, mas quando enfio uma estaca no coração desses malditos, me sinto melhor. Espero que esse material seja suficiente para exterminar pelo menos uns 30 essa noite.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se tiver duvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...
Se desejar continuar nessa aventura vá para o capítulo 19...


3
 Tenho que ver uma coisa antes de começar esse encontro com a morte. Falo para meus amigos me esperarem na Rua Boulevard perto da banca de revista de sempre, nosso ponto de encontro. Não vou levar mais do que 10 minutos. Corro em direção a uma escola e fico de espreita, observando ela entrar, lá vem ela, são 19 horas, horário de entrada da escola noturna. Linda como sempre, cabelos pretos longos, meio cacheados, Aline te amo hoje e para sempre. Sei que sua mãe não deixaria que eu me aproximasse, mas de longe devo vê-la, pode ser a ultima vez que te verei, não te vi crescendo nem peguei em meus braços as vezes que quis fazê-lo, mas papai está aqui te olhando hoje e sempre.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se tiver dúvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...
Se desejar entrar logo no esgoto da cidade e caçar criaturas da noite, vá direto para o capitulo 4...
Se desejar encontrar com seus amigos antes de entrar no esgoto, vá para o capítulo 5...


4
 Abra com cuidado a tampa do esgoto Jord, aponte essa arma pra lá Cris, está ficando doido, isso pode me atingir. Vou me agachar com cuidado e ver se vejo algum sinal de armadilha. Devagar, devagar, acho que está limpo, pode puxá-la para cima, mas sem fazer muito barulho, senão eles podem saber que estamos aqui. Vai à frente Cris, Jord em seguida, eu dou cobertura. Lanternas acesas e agora? Direita ou esquerda?

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar seguir em direção à direita vá para o capítulo 21...
Se desejar seguir em direção à esquerda vá para o capítulo 6...


5
 Demorei galera? Estava vendo uma coisa antes de ir. Abençoando-me, caso não volte mais. Vamos tomar um uísque primeiro, uma dose cowboy para esquentar o peito, o esgoto deve estar muito frio.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar entrar logo no esgoto da cidade e caçar criaturas da noite, vá direto para o capitulo 4...
Se tiver duvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...


6
 Jord mire sua lanterna em direção ao fim do túnel. Cris mire sua lanterna ao fim do túnel para a direita e siga em frente. Prestem muita atenção e olhem para o chão. Click... barulho familiar, Jord espere...
Noticiário da meia noite: Explode um bueiro no centro da cidade, parece que três pessoas estavam trabalhando no local e foram mortas.

Se desejar começar de novo vá para o capítulo 1...
Se desejar encerrar essa aventura por aqui feche o livro.


7
Lanternas em busca de alguma armadilha com sua luz de led. Não posso esquecer-me das luzes infravermelhas, essas criaturas odeiam esse tipo de luz, e queimam a sua pele. Silêncio. Acho que ouvi algo, deve ser algum gemido, apaguem as luzes, vamos usar os óculos de visão noturna. Meu Deus que coisa mais estranha, duas criaturas se alimentando no meio da pouca água do esgoto, que nojo, parece-me sangue escorrendo de suas bocas, eles parecem animais famintos. Sussurrando no ouvido de Cris eu mando atirar no meio da cabeça. Cris é o melhor atirador que temos. Bem no alvo, Jord atrás do outro eu disse em tom alto, atire, atire. Jord sai correndo sem pensar no perigo que pode encontrar essas criaturas não andam sozinhas. Vamos atrás de Jord.

Se desejar correr atrás de Jord para ajudá-lo vá para o capítulo 31...
Se falar com Cris para não correr atrás dele e esperar um pouco vá para o capítulo 22...

8
 Com a arma em punho Ed fala pra seus amigos seguirem em frente, vamos. Bem devagar senão poderemos ter surpresas, coloquem seus óculos noturnos. Estou ouvindo barulho de rosnados, o que será que está logo a nossa frente. Acho que deve ser cães, ou será que essas criaturas estão mudando de forma. De surpresa a sua frente aparece cinco cães, rosnando, um deles tem duas cabeças, babando, parece ácido saindo de sua boca, está pingando na pouca água de esgoto e está saindo fumaça. Atirem, ordena Ed. Tiros aos montes, um dos cães pula no braço de Jord e o joga no chão. Merda grita Jord e arranca sua faca para desferir um golpe no peito do cachorro. Cris sendo o melhor atirador de todos, abate dois cães com seu tiro certeiro e corre pra ajudar Jord jogando água benta no outro cão, enquanto ele mata o outro cachorro. Ed encara o cachorro de duas cabeças e os dois ficam imóveis, olhos nos olhos, se estudam, a baba do cachorro continua pingando uma espécie de ácido na pouca agua de esgoto no chão.

Se desejar correr atrás de Jord para ajudá-lo vá para o capítulo 31...
Se desejar que Ed atire no cachorro sem tentar dominar o cachorro vá para o capítulo 23...
Se desejar que Ed atire no cachorro imediatamente vá para o capítulo 9...


9
 Ed saca sua pistola e atira contra o cachorro, e movimentos rápidos o cachorro tenta desviar dos tiros, um dos tiros acerta sua cabeça da esquerda, ele emite um som de choro como um cachorro comum, a outra cabeça rosna e avança em direção, cinco disparos são aferidos contra o cachorro e ele avança com sua baba ácida. As balas acabam e Ed em desespero retira uma estaca, o cachorro pula e Ed se desequilibra e cai, o cão pula logo em seguida em cima e seu peito encontra a estaca de Ed. O cão parece não morrer, com balas na cara no corpo e uma estaca no peito, esse animal parece invencível. Ed vê a morte de perto, sua baba começa a escorregar de sua boca e vai pingar no rosto de Ed, mas o pior estar por vir o cão prepara para abocanhar seu rosto e ai sim será seu fim. Ed fecha os olhos seu fim é próximo, um tiro é disparado e o cão desfalece em cima de Ed, uma voz diz para Ed se levantar. Cris depois de matar os outros cachorros veio correndo para ajudar seu amigo e disparou uma bala de alho na nuca do cachorro. Depois de tantos ataques e com esse último tiro o cão morre. Um pouco de baba cai na roupa de Ed que está com alguns furos. Ed empurra o cão para o lado, agradece o amigo, e manda arrancar a cabeça de todos os animais, para não deixar dúvidas. Mas o cão de duas cabeças ele faz questão de arrancar ele mesmo com sua faca afiada. Conferir armas mais uma vez.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar continuar essa aventura, siga para o capítulo 24...


10
 Ed arranca de sua mochila uma grana e joga em direção aos indivíduos. Ao jogar a granada ele se desequilibra e sua mão toca um fio que estava estrategicamente posicionado para uma armadilha. A armadilha possuía um dispositivo que acionou uma bomba. Click... barulho familiar, corram...
Noticiário da meia noite: Explode um bueiro no centro da cidade, parece que três pessoas estavam trabalhando no local e foram mortas.

Se desejar começar de novo vá para o capítulo 1...
Se desejar encerrar essa aventura por aqui feche o livro.

11
Vamos continuar pelo túnel seguindo adiante, com certeza vamos encontrá-lo, estou sentindo o cheiro desse maldito. Quero matá-lo, quero matar a todos, e não deixar rastro mais. Quero ver todos esses malditos mortos. Mais uma criança foi morta essa noite por esses malditos, vou vingar a morte dessa menina também que encontramos hoje. Ela não teve e não vai ter um funeral digno. Seus pais com certeza estão preocupados. Quero um mudo melhor para minha filha. Um mundo sem esses canibais, comedores de humanos, sugadores do néctar da vida, nosso sangue. Penso um dia contar para meus netos essas histórias como contos de fadas, não como realidade. Vamos adiante matar esse decrépitos.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Siga para o capítulo 13...


12
 Jord fala para Cris olhar no lado direito que ele vai olhar no lado esquerdo, vamos revirar esse local para podermos encontrar algo que seja de valor, ou armamentos para recarregarmos nossas armas, as balas já estão acabando. Vamos tentar achar pelo menos balas normais. Quem sabe achamos umas estacas. No bolso da menina uma carteira de identidade com o nome Sandra Catarina Juris. O nome parece familiar para um deles, mas logo esquecem e continuam procurar algum item que seja útil a caçada. Nada, disse Cris, o mesmo disse Jord. Vamos continuar o sol já está quase nascendo, e não encontramos o mestre deles ainda, disse Ed.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se tiver dúvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...
Se desejar continuar essa missão vá para o capítulo 11...


13
 Óculos noturnos no rosto, armas em punho, vamos em frente, comanda mais uma vez Ed. Com as armas em punho seguem pelo túnel. Com muito cuidado olhando para todos os lados com suas lanternas de led. Logo à frente o túnel se divide em duas ramificações.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar seguir pelo túnel da direita vá para o capítulo 28...
Se desejar seguir pelo túnel da esquerda vá para o capítulo 17...
Se desejar separar a equipe, mandando Jord e Cris por um lado e Ed por outro lado vá para o capítulo 25...


14
 Não pensava te encontrar tão rápido assim, quem é você? Pergunta Ed. Com uma voz calma a criatura diz: Não sou líder de nada, só me alimento de pessoas, sangue que me convém. Você é um assassino, diz Ed. Não me mate rir, diz a criatura.
_ Não me venha com seus medos, com anseios e mentiras, me alimento, preciso disso para viver. Diz a criatura quase sussurrando.
_ Mentira vocês são assassinos inescrupulosos, não tem compaixão por ninguém. Odeio vocês. Diz Ed.
_ Não quero te matar, mas se for necessário farei isso com amor. Levando as pontas dos dedos na língua, como se estivesse limpando as pontas dos dedos.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar atacar, vá direto para o capítulo 15...
Se desejar sair correndo, vá para o capítulo 27...


15
 Atirem... Ordena Ed, a criatura sai correndo pelo lado direito, e os tiros passam perto, mas nada acontecer. Ele desaparece e reaparece em questão de segundo. Cris grita, a sua direita Jord. Ele atira assustado, mas sem concentração não vai acertar. Ed Dispara sua pistola 380º e nada adianta. Um súbito segundo aparece atrás de Jord e segura seu pescoço sussurrando no seu ouvido: Não vou te matar agora, adoro o medo no seu olho, você vai ser borrar todo, vai ser o último que vou matar. Ed em tom imponente manda a criatura largar Jord, mas não foi obedecido, ele mira com sua pistola a cabeça da criatura. Mas será que pode ser feito o disparo sem acertar seu companheiro, de uma distancia de 15 metros?

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar atirar vá direto para o capítulo 26...
Se desejar conversar antes de atirar vá para o capítulo 27...


16
Não posso acreditar que ele escapou. São 5 da manhã. Devíamos tê-lo caçado pela manha, diz Cris. Não ia adiantar caçar pela manhã, dessa vez teve que ser a noite mesmo, diz Ed. Vamos tentar rastreá-lo amanhã. Devemos descansar. Eles podem vir atrás de nós. Nosso cheiro está nesse túnel fétido. Eles são animais, sabem que estamos aqui, e virão atrás de nós. Vamos nos preparar para a próxima batalha, não acabou ainda.

Continua na próxima história...


17
Seguiremos pelo túnel da esquerda disse Cris, tudo bem vamos então rapazes, disse Ed. Andando pelo túnel logo à frente, depois de 20 minutos de caminhada, encontram a frente uma grade, o túnel dá direto para um rio, uma queda de mais de 10 metros. Vamos ter que voltar rapazes.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar continuar essa missão vá para o capítulo 13...


18
Ed pensa rapidamente que as moça presa não é problema do grupo, ele decide continuar em frente, seu objetivo não é salvar pessoas e sim matar criaturas da noite. Esse dois homens em pé não parecem nada com criaturas da noite, logo não é seu problema. Ao se levantar e andar com seus homens passando pela abertura, os homens percebem sua movimentação em um movimento rápido eles olham para o grupo, mostram suas garras, saliva escorrendo pelo canto da boca, parecem animais decrépitos.


Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar sair correndo vá para o capítulo 6...
Se desejar contra atacar os seres vá para o capítulo 29...


19
 Antes de sair para a caçada devo me preparar, tenho que fazer uma coisa.



Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se tiver duvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...
Se desejar saber qual preparativo é esse de Ed vá para o capítulo 3...
Se desejar entrar logo no esgoto da cidade e caçar criaturas da noite, vá direto para o capitulo 4...


20
 Essa é uma aventura de diversão, ficção, entretenimento, medo, horror, e muita coisa poderá acontecer. Você acha que está preparado para matar criaturas da noite, ou quem sabe morrer? Deverá tomar atitudes que você achar conveniente, mas nem sempre sua atitude será a correta, tudo é possível, mas o divertimento é obrigação.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar continuar nessa aventura por conta e risco leia o capítulo 2...


21
 Em súbito movimento Ed puxa Jord, olhe para o chão, tem um fio. Lance a luz da lanterna seguindo o fio, uma granada, sabia, disse Ed, vamos seguir o túnel pela direita, de qualquer jeito esse túnel se encontra do outro lado, é bom que poderemos usá-la em fuga se precisarmos posteriormente. Vamos pela direita mesmo, Cris, preste atenção no chão, eles estão desconfiados de invasão. Mas dessa vez pretendo matar pelo menos uns 30 desses malditos.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar continuar nessa aventura por conta e risco leia o capítulo 7...
Se desejar voltar pelo lado esquerdo, e pular a granada vá para o capítulo 32...


22
 Barulhos de tiros Jord com certeza esta alvejando criaturas, um grito forte dele ecoa. Socorro, são muitos, venham. Vamos com cuidado, pode ter armadilhas no chão. Avançam com muito cuidado ouvindo o amigo gritar, ela ainda está vivo, mas não podemos nos movimentar com muito cuidado. Que merda pensa Ed, não podemos sair correndo sem pensar como ele. Mas não podemos deixá-lo morrer.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar correr atrás de Jord sem olhar as armadilhas, para ajudá-lo vá para o capítulo 31...


23
 Ed fala baixinho, vem cá cãozinho, estende sua mão chamando o cãozinho e tentando passar a mão em sua cabeça. O cão em movimento imediato avança em cima de Ed a cabeça da direita avança no braço de Ed que o encolher para protegê-lo, os dentes do cão crava no braço de Ed e seu braço começa a deteriorar com a saliva do cão, o ataque é tão forte que o joga no chão, seu braço é esmagado contra seu rosto, à outra cabeça aproveita e morde o pescoço de Ed que perde o sentido e morre quase que imediatamente. Seus amigos têm o mesmo destino.

Se desejar começar de novo vá para o capítulo 1...
Se desejar encerrar essa aventura por aqui feche o livro.


24
 Nunca tinha visto tal tipo de animal, que bicho mais estranho. Será que foi criado em laboratório ou nasceu de outra criatura, pergunta Jord. Não faço à mínima ideia disse Cris. Vamos a frente disse Ed. Pensei que ia morrer por um cachorro, puta que pariu, quero morrer bem velhinho e tenho muitas coisas para serem feitas. Mas vamos continuar essa missão, Cris à frente e muita atenção, Jord, retaguarda. Vamos em frente. Toma cuidado que pode vir mais surpresas pra gente. Muito cuidado, já fomos atacados duas vezes, não podemos nos descuidar. Logo a frente uma luz meio azulada, os membros dessa missão ficam ansiosos e apreensivos, pois não sabem o que podem encontrar. Com seus óculos noturno seguem em frente com muita cuidado pisando bem leve para não fazer barulho e chamar atenção. Não sabem o que podem encontrar. Logo a frente do túnel do lado direito eles avistam a luz saindo por um buraco quase do tamanho de uma porta, parece que foi quebrado por alguma explosão. Olhando com um espelhinho pequeno que Ed carrega em seu equipamento ele se agacha e tenta olhar para não ser percebido. Ed avista duas pessoas, e uma garota amarrada. Ele avisa a seu grupo com sinal de dedos, e indica uma moça amarrada em sinal de mãos.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar usar elemento surpresa e atacar sem saber do que se trata vá para o capítulo 29...
Se desejar arremessar uma granada em direção aos indivíduos vá para o capítulo 10...
Se desejar continuar a missão, seguir em frente vá para o capítulo 18...


25
 Ed manda os companheiros seguir pelo lado esquerdo, enquanto segue pelo lado direito, para poder completar sua missão o mais rápido possível. Logo em frente sozinho preocupado com os amigos, mas ao mesmo tempo confia na experiência deles, segue túnel adentro. Uma voz grita alto, Ed retorna rapidamente ao local que deixou os amigos, entra túnel adentro atrás dos companheiros. Encontra seus amigos ao chão, mortos, cheios de sangue, não tiveram tempo de atirar, e uma voz fala baixinho, o próximo será você. Ed atira para todos os lados, e grita com muito ódio, vou matá-lo seu imbecil, criatura do mal. Um suspiro atrás dele baixinho e uma voz no seu ouvido, o seu fim chegou. Sem reação sua arma cai e seu corpo sem vida vai ao chão. Uma voz horrível rir alto, muito alto.

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26
 Ed atira. Um tiro certeiro na testa da criatura. Nossa ele é bom mesmo de tiro. Jord cai de joelhos ao chão agradecendo pro seu amigo se bom de tiro. O corpo da criatura vai ao chão. Todos correm para socorrer Jord. Você está bem? Pergunta Cris. Mas, quando Ed olha ao chão, o corpo tinha desaparecido. A voz desapareceu nada ao redor deles, como se não tivesse existido qualquer criatura.

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Vá para o capítulo 16...


27
 Solte meu amigo sua criatura desgraçada, diz Ed. Não posso fazer isso, ele vai ser meu, não agora, mas posteriormente, vou matar a todos vocês primeiro e depois será o seu amigo. O sangue dele é doce, adoro isso.

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Se desejar atirar na criatura vá para o capítulo 26...


28
 Vamos seguir rapazes pelo túnel da direita, vai ser melhor, estamos com sorte. Poucas armadilhas e poucos seres da noite, ainda. O chefe, ainda não encontramos, mas vamos encontrar, com sorte ele estará logo à frente. Vou enfiar uma bala de prata no meio da testa dele, se não adiantar vai ser uma de alho. Uma voz alta dá uma risada sinistra, Jord treme nas bases e sua frio. Estamos perto disse Ed, vamos matar esse desgraçado. Cris fala em tom baixo quase resmungando, estamos perto, bem perto. A respiração começa a ficar rápida, coração palpitando. Água pingando do teto, o barulhinho de uma torneira pingando, todos já estão cansados, mas sabem que devem continuar para o bem das pessoas que estão na cidade, mesmo sabendo que a maioria não faz a mínima ideia do que está no esgoto. Boa Noite! Diz uma voz sinistra. Como estão meus convidados? Pergunta a mesma voz. Uma imagem a frente dos amigos, simplório, frio, manipuladora e ao mesmo tempo sínica. Não parece animal, semblante de uma pessoa comum. Mas percebe-se que não é comum, pelos pés no chão e terno dentro de um esgoto. Rosto branco como uma folha de papel. Todos ficam tensos...

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Se desejar atacar sem conversar, vá direto para o capítulo 15...
Se desejar conversar com a criatura vá direto para o capítulo 14...


29
 Cris chama atenção do Ed para um fio no chão. Ele faz sinal para atacar de imediato. Pulam o fio e sai correndo com suas armas dentro do túnel para atacar os homens. De súbito movimento os homens mostram seus rostos, suas garras, saliva escorrendo pelo canto da boca, parecem animais decrépitos. Atirem. Um dos seres corre pela parede e se prende ao teto, avança em direção a Jord, enquanto o outro avança em direção a Ed. Cris percebendo que não poderia atirar, os seres avançam em direção aos seus companheiros, não tinha visão de tiro, corre para soltar a garota que está pendurada, presa pelas mãos. Ed percebendo que não poderia acertar retira das suas costas uma pequena espada, em posição de luta, defere um golpe no animal, que segura sua lâmina com as garras, assustado por nunca ter visto isso, desfere sucessivos golpes, fazendo o animal recuar em direção a porta. O animal ataca Ed, enquanto Jord tenta acertar o outro com seu revólver. Vários tiros são ouvidos. Cris desesperadamente tentar abrir o nó que foi dado nos pulsos da menina, para poder voltar e ajudar seus companheiros. Ed desfere mais golpes e faz o animal cair no cão da entrada em cima do fio que estava escondido no chão, ele grita pra que todos se protejam, menos um animal para se preocupar. Retira sua faca de prata do bolso e arremessa nas costas do outro animal que estava atacando Jord. O animal emite um som estranho quase que um pedido de socorro, a faca de prata estava te ferindo muito. Ele aproxima rapidamente do ser da noite e em um súbito golpe arranca a cabeça do animal com sua espada. Cris mais aliviado solta o nó que a menina estava presa, mas infelizmente colocando-a no chão percebem que não tem mais vida. Seu último sopro de vida se extinguiu.

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Se desejar continuar a missão, seguir em frente vá para o capítulo 11...
Se tiver dúvida ainda sobre ler essa aventura leia o capitulo 20...
Se desejar dar uma vistoriada no local vá para o capítulo 12...


30
 Vamos parar um pouco e descansar, devemos olhar nosso equipamento, o que temos ai ainda, pergunta Cris. Algumas estacas, algumas balas com alho e outras de prata.
_ Acho que devemos economizar as balas, senão poderá faltar. Fala Ed com convicção.
_ Você lembra-se da vez que fomos para nova York e matamos aquelas bestas? Pergunta Cris.
_ Matamos sem piedade, e com certeza vamos matar mais, meu pai deve estar orgulhoso de mim, vou vingá-lo. Com muita raiva Jord desabafa com os amigos.
_ Vamos embora para nossa missão, vamos tentar achar o líder deles. Disse Ed.

Se desejar encerrar essa aventura agora leia o capítulo 33...
Se desejar continuar vá para o capítulo 8...


31
 Vamos corra Cris, ele precisa de nós, são seis criaturas, atire nelas. Com minha 12 na mão eu almejo um deles, no meio da cabeça, acendam as luzes de infravermelho. As luzes são acesas, tiramos nossos óculos de infravermelho e salpico água benta neles. Jord soca a cara de um deles, com muita raiva. Sai de perto dele Jord disse Ed, atire nele. Com uma estaca Jord enfia no coração de um deles, ele grita com um gemido horrível. Um deles me joga no chão, que ódio, devo matá-lo com minha pistola 380º com balas de prata. Desfiro seis tiros e ele ainda cai, Cris saca uma estaca, e enfia no coração da criatura por trás. Ainda bem que todos morreram. Vamos cortar suas cabeças, e enfiar estacas em seus corações, para não deixar vestígio algum. Que nojento, mas vamos prosseguir, são todos recém-criados, nenhum deles virou pó imediatamente.

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Se desejar descansar um pouco vá para o capítulo 30...
Se desejar continuar vá para o capítulo 8...


32
 Quase que morremos Jord, tenha mais atenção quando andar pelo esgoto temos sorte de ter pouca água nesse esgoto hoje de noite. Se não tomar cuidado poderemos morrer. Jord encontra uma boneca no chão, e chama Ed, olha que bonito essa boneca, diz Jord... Click... barulho familiar, Jord espere...
Noticiário da meia noite: Explode um bueiro no centro da cidade, parece que três pessoas estavam trabalhando no local e foram mortas.

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Se desejar encerrar essa aventura por aqui feche o livro.


33
 Infelizmente você não está preparado ainda para um mundo de ficção, entretenimento, horror, medo e diversão. Obrigado, quem sabe da próxima vez você participa, dessa aventura com a gente. Obrigado, pode fechar seu livro.