Estava parado hoje pensado como sempre, ou será pensando que estava pensando? Será que existe isso? Mas me recordo de uma situação que vale a pena ser recordada, o medo de caçar. Temos que sobreviver, isso é fato, mas até onde podemos nos expor para não perder a máscara, sem que ninguém possa nos ver, manter segredo é difícil, ainda mais quando isso pode valer a sua “vida”. Quando a frenesi sobe a sua cabeça, arrebata seu coração, o instinto toma conta de você. Adormece uma besta dentro de você, ela parece te dominar por completo, sede de sangue, vontade de morte, alguém tem que satisfazer a vontade que estou de sangue, maldição, terror, medo. Sair pra caçar, não é nada fácil, escolher alguma presa, que não vai te comprometer, sentir o cheiro do medo, da noite, a luz do luar batendo em sua face, mesmo sabendo que é a luz do sol refletida pela lua, e o gosto, a sede, o sangue descendo a goela, doce na língua, a sustentação do desejo, uma reação em cadeia no corpo inteiro. O conjunto leva a um gozo anestésico cerebral. Tudo esta tão calmo nesse momento, com se existisse somente eu naquele momento, sugando vidas.
Mas quando tudo passa e recobra o racionalismo...
Mas quando tudo passa e recobra o racionalismo...
O início, sobretudo, é muito complicado... A proximidade... o mundo girando devagar... aquele momento... um beijo.... e de repente a completa frenesi... sem conseguir controlar os impulsos e a Besta parecia se libertar ... e insaciável, e em fúria, e indomável... e então... a Vitae daquele ser de tamanha beleza e inocência, se derramando ... extasiada pelo sabor... a cor, a textura, o brilho... aquele cheiro... saciar-se... Saciar-se! E, de repente, se olhar e ver ao redor... Aconteceu. Dilacerante cena... não conseguir conter toda aquela ferocidade... É... é ameaçador relembrar, pois revive-se toda a sensação! Todavia o que se procura é a iluminação... pois esse sim é o objetivo.... alcançar o Equilíbrio e, assim, proteger Máscara... os Membros... a Camarilla.
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