Desvendar segredos é sempre necessário para a alocação do cérebro, deixá-lo a uma velocidade exorbitante.
Não quero mais escrever sobre verdades ou mentiras, filosofar sobre a vida, não quero mais me sentir um ser inútil nessa eternidade mórbida. Quero sentir-me vivo, cada vez mais, e a cada vez melhor.
Certa vez encontrei com um inimigo mais forte, medo, tremor, pessoas como eu não tem tais privilégios. Garantir em estar sempre preparado, nos faz mais habilidosos e nos faz compreender nossos limites.
Odeio criaturas que saem do escuro para te surpreender e quem sabe extinguir sua existência.
As ruas frias da noite, o vento frio no rosto, o coração quente pulsando. Minha percepção aumenta, e logo o corpo reage se esquivando de um ataque repentino. Recebo outro ataque, acho que um soco em meu peito. Nada muito forte a ponto de me abater. As luzes dos postes se estouram. Parece-me um escuro proposital. Alguma tática talvez de quem está me atacando. Muito escuro para poder perceber qual criatura me ataca, mas devo me esquivar e puxar minha arma. Adoro lâminas, elas brilham com pouca luz, refletem a realidade de uma luta limpa. Empunhar uma espada é muita responsabilidade, mas minha habilidade se faz presente. Tenho que me garantir e cortar esse inimigo, não importa qual seja, da minha raça ou eterno inimigo dos familiares. Talvez esteja sendo vago, mas não posso expor em palavras coisas que não devem ser ditas. Mas a luta continua, minha espada encontra algo duro, o corte foi concretizado, sei pela quantidade de sangue que voltou do meu ataque a tal criatura, ela avança firmemente ao meu alcance, posso sentir sua respiração forte, seu rosnado e me parece saliva caindo ao chão. Tenho que usar minha percepção cada vez mais, nunca tive que lutar no escuro, mas devo me concentrar. Outro ataque, dessa vez por cima, posso sentir, devo me concentrar. Minha lâmina deve alcançá-lo agora. Tudo pode estar decidido nesse momento. Me esquivo e defiro outro ataque, sorte em acertá-lo mais uma vez. Acho que anos de experiência deve contar nesse momento, a criatura pula mais uma vez, mas dessa vez sinto que corre para outro lado. Devo correr também e encontrar luz. Gosto da penumbra, mas somente quando ela está tranquila e sem tais animais.
Não quero mais escrever sobre verdades ou mentiras, filosofar sobre a vida, não quero mais me sentir um ser inútil nessa eternidade mórbida. Quero sentir-me vivo, cada vez mais, e a cada vez melhor.
Certa vez encontrei com um inimigo mais forte, medo, tremor, pessoas como eu não tem tais privilégios. Garantir em estar sempre preparado, nos faz mais habilidosos e nos faz compreender nossos limites.
Odeio criaturas que saem do escuro para te surpreender e quem sabe extinguir sua existência.
As ruas frias da noite, o vento frio no rosto, o coração quente pulsando. Minha percepção aumenta, e logo o corpo reage se esquivando de um ataque repentino. Recebo outro ataque, acho que um soco em meu peito. Nada muito forte a ponto de me abater. As luzes dos postes se estouram. Parece-me um escuro proposital. Alguma tática talvez de quem está me atacando. Muito escuro para poder perceber qual criatura me ataca, mas devo me esquivar e puxar minha arma. Adoro lâminas, elas brilham com pouca luz, refletem a realidade de uma luta limpa. Empunhar uma espada é muita responsabilidade, mas minha habilidade se faz presente. Tenho que me garantir e cortar esse inimigo, não importa qual seja, da minha raça ou eterno inimigo dos familiares. Talvez esteja sendo vago, mas não posso expor em palavras coisas que não devem ser ditas. Mas a luta continua, minha espada encontra algo duro, o corte foi concretizado, sei pela quantidade de sangue que voltou do meu ataque a tal criatura, ela avança firmemente ao meu alcance, posso sentir sua respiração forte, seu rosnado e me parece saliva caindo ao chão. Tenho que usar minha percepção cada vez mais, nunca tive que lutar no escuro, mas devo me concentrar. Outro ataque, dessa vez por cima, posso sentir, devo me concentrar. Minha lâmina deve alcançá-lo agora. Tudo pode estar decidido nesse momento. Me esquivo e defiro outro ataque, sorte em acertá-lo mais uma vez. Acho que anos de experiência deve contar nesse momento, a criatura pula mais uma vez, mas dessa vez sinto que corre para outro lado. Devo correr também e encontrar luz. Gosto da penumbra, mas somente quando ela está tranquila e sem tais animais.
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